Para abrir a série especial da semana do rádio, vou contar um pouco da história desse veículo que surgiu há mais de 90 anos e tem um importante papel na vida de muitas pessoas.
A primeira transmissão no Brasil aconteceu em setembro de mil 922 de um transmissor de 500 watts, instalado no alto do corcovado, no Rio de Janeiro.
Em mil 930 já era o principal veículo de comunicação em massa no País e foi nessa época que começou a chamada “Era do ouro do rádio”.
As famílias se reuniam em volta dos aparelhos de madeira, muitas deles enormes, para ouvir músicas, notícias e as radionovelas, que surgiram a partir da década de 40.
Muita gente pensou que o veículo morreria com a chegada da televisão, em mil 950, e esse pensamento voltou nos anos 90, quando os brasileiros ganharam acesso à internet.
Quem lembra disso é o radialista Antônio Carlos Macedo, que está no ar há 35 anos pela rádio Gaúcha de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul:
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Um dos diferenciais do veículo é a sua linguagem.
Depois de iniciar a carreira no jornal impresso, Macedo percebeu a diferença quando começou a trabalhar na rádio como repórter esportivo:
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E se você pensa que é fácil levar a informação em tempo real ao público, ouça essa história contada pelo Macedo, sobre o dia em que ele cobriu uma maratona e precisou improvisar para garantir a transmissão:
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Os avanços tecnológicos facilitaram a dinâmica do processo de trabalho no rádio e ampliaram o canal de comunicação com o ouvinte, que hoje em dia participa muito mais.
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O rádio se inova a cada dia e hoje está na internet e nos aplicativos para celular.
Mas será que o veículo tem futuro? Macedo acredita que sim:
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E amanhã, a série da Semana do Rádio vai trazer a entrevista com o âncora da Rádio CBN de Goiânia, Luiz Geraldo.