Preço do boi gordo volta a subir.
Colheita de trigo perde força, na reta final.
Saem zoneamentos para o cultivo de banana e outras culturas.
Mercado do figo desanima produtores.
Com muito pecuarista segurando o gado no pasto e os frigoríficos tendo que preencher escalas, o preço do boi gordo voltou a subir. A arroba fechou a semana valendo 74 reais e 45 centavos, para pagamento à vista, e quase 76, nos negócios a prazo. No atacado da carne bovina, o traseiro saiu a seis e 60, o dianteiro a três e 60 e a ponta de agulha a três reais e 30 centavos.
A colheita de trigo entrou na reta final, no Rio Grande do Sul, e menos de cinco por cento dos produtores mantêm as máquinas no campo, mas a notícia não é das melhores. As chuvas, principalmente de novembro para cá, afetaram a qualidade dos grãos e derrubaram o rendimento das lavouras, que pode ter baixado de duas toneladas por hectare, nos últimos dias.
Saíram os zoneamentos para o cultivo de canola em Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo. Nos documentos, o Ministério da Agricultura informa as melhores épocas e o tipo de solo indicado para o plantio em cada região. Saíram, ainda, os zoneamentos para a banana, o maracujá e a mamona em seis estados e tudo também está na internet, no site agricultura.gov.br.
Começou a colheita de figo, em Minas. A qualidade é boa, assim como o rendimento de até cinco quilos por pé, mas o que não agrada é o preço. Produtores alegam que o valor de um e 20, pago pela indústria, dá pelo menos 10 centavos de prejuízo por quilo, mas, por conta das festas de fim de ano, eles ainda esperam que as coisas melhores, nessa semana.