Sabesp junta o útil ao agradável, na Grande São Paulo.
Focada na proteção das adutoras de grande porte que transportam a água para a população, a companhia estadual decidiu incentivar a criação de hortas comunitárias no local.
São implantadas nas áreas onde passa a tubulação, mas esse não é o único benefício.
Também são uma forma de promover a alimentação saudável, principalmente entre as famílias mais carentes.
Entre os intens cultivados estão: feijão de corda, milho, couve, alface, mandioca, mamão, temperos, maxixe, abóbora e vagens.
Sem contar que as hortas geram renda à população local, já que cada agricultor fatura até 200 reais por mês, com a venda dos produtos.
Empolgados com a novidade e com as ações de educação ambiental promovidas pela Sabesp, alguns moradores resolveram inovar.
Um deles, na Zona Leste, adaptou até uma calha para coletar água da chuva, que depois é utilizada para regar a plantação.
Em toda a Grande São Paulo, mais de 30 famílias já fazem parte do projeto das hortas comunitárias, da Sabesp, que ainda envia técnicos aos locais, para prestar apoio aos moradores.
Entre os bairros beneficiados estão: Pedra Branca e São Mateus, na Capital, e a região da adutora Rubino, em São Bernardo, a primeira a fazer parte do programa.