Uma igreja e o pastor foram condenados a pagar 100 mil reais a uma fiel, que foi chamada de adúltera, num culto. A sentença foi da Justiça do Ceará.

No processo está escrito que o crime de injúria foi praticado em 2001. Além de acusar a mulher de trair o marido, o pastor falou, no culto, que a mulher manteve relações sexuais com o próprio filho.

A evangélica entrou com ação na Justiça, alegando que teve a vida exposta à execração pública, o que criou diversos problemas para ela e a família. O advogado do pastor disse que tudo não passa de mentira e que faz parte de uma intriga de outros pastores da mesma igreja.

O juiz não aceitou a justificativa e disse que se baseou em provas de outras pessoas que estavam no culto. Disse, ainda, que o pastor responsabilizado pela ofensa não apresentou provas de que a acusação da mulher é mentirosa.