Justiça deverá decidir com mais frequência pela guarda compartilhada de crianças de pais separados.

O Senado aprovou, em votação no plenário, um projeto de lei que altera o Código Civil e estabelece que esse tipo de guarda deverá ser priorizado, inclusive entre os casais que se separam de forma não amigável. Significa que, em caso de separação, a guarda compartilhada passa a ser obrigatória, a menos que pai ou mãe não queiram ou que a Justiça avalie que um deles não tem condições.

Na guarda compartilhada, pai e mãe têm a mesma responsabilidade na criação dos filhos. E o tempo de convivência com os filhos deve ser dividido de forma "equilibrada" entre os dois. Hoje, essa é a realidade de menos de 5% dos casais separados no Brasil.

Depois de ouvir o discurso do relator Jayme Campos, a senadora Marta Suplicy elogiou o projeto:

Sonora

Com a aprovação no Senado, o projeto agora será enviado para sanção presidencial.