2015 começou e, em breve, as crianças voltarão às aulas. E os pais, que a essa altura já estão com a lista de materiais em mãos, precisam se preparar para o aumento dos preços.

De acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares, o reajuste médio com relação aos preços cobrados no ano passado variam de 8 a 10%, maior que a inflação, portanto, que não chegou à casa dos 7%.

Ricardo Carrijo, diretor de Relações Institucionais da Associação, explica os principais fatores que influenciaram no aumento:

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Carrijo lamenta, ainda, a alta carga tributária que incide sobre os itens escolares:

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Para os pais que, mesmo com os aumentos, precisam comprar os materiais, a dica é pesquisar antes de fechar negócio e ficar atento à qualidade dos produtos:

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É importante lembrar que as escolas não podem incluir na lista de material escolar itens de uso coletivo, como álcool, papel higiênico, papel para impressão e giz de lousa, por exemplo.

Além disso, também é proibido determinar as marcas dos materiais que devem ser comprados.