Remédios devem ficar mais caros, nos próximos dias. E o reajuste pode variar de cinco a 7,7 por cento.

O aumento foi autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. E as normas entraram em vigor nesta terça-feira.

Elas valem para cerca de nove mil tipos de medicamentos e foram divididas em três níveis.

O índice mais alto de aumento, de 7,7 por cento, vale por exemplo para o omeprazol e a amoxicilina.

Na faixa intermediária, de 6,35 por cento, aparecem medicamentos como o anestésico lidocaína. Enquanto o reajuste de cinco por cento vale para remédios como o stelara, usado do tratamento da psoríase.

Para definir os limites do aumento, a entidade levou em conta a inflação acumulada de um ano pra cá até fevereiro.

Em 2014, o reajuste foi menor e não chegou sequer a 5,7 por cento.