Donos de postos de combustíveis estão preocupados com o fim da obrigatoriedade dos extintores de incêndio em veículos comuns anunciado na última semana.pelo Conselho Nacional de Tâsnito.
É que muitos reforçaram os estoques após o mesmo órgão ter anunciado no começo do ano que seria necessária a substituição dos equipamentos antigos por outro mais moderno.
O equipamento continua indispoensável para veículos que transportam passageiros, de grande porte e que levam produtos inflamáveis.
Mas esse público não será o suficiente para desovar os milhares de extintores adquiridos por comericiantes que pretendiam ganhar uma graninha com a lei e, que agora, vão amargar um prejuízo daqueles.
A obrigatoriedade do uso do extintor estava em vigor no país desde 1970. 
Segundo o governo, a decisão pelo uso opcional do equipamento foi tomada após encontros com representantes dos fabricantes de extintores, do Corpo de Bombeiros e da indústria automobilística.
Eles concluiram que os carros atuais possuem dispositivos que dificultam a propagação de chamas, como corte automático do combustível em caso de acidente, e materais menos inflamáveis.

Donos de postos de combustíveis estão preocupados com o fim da obrigatoriedade dos extintores de incêndio em veículos comuns anunciado na última semana pelo Conselho Nacional de Trânsito.

É que muitos reforçaram os estoques após o mesmo órgão ter anunciado no começo do ano que seria necessária a substituição dos equipamentos antigos por outro mais moderno.

O equipamento continua indispoensável para veículos que transportam passageiros, de grande porte e que levam produtos inflamáveis.

Mas esse público não será o suficiente para desovar os milhares de extintores adquiridos por comericiantes que pretendiam ganhar uma graninha com a lei e, que agora, vão amargar um prejuízo daqueles.

A obrigatoriedade do uso do extintor estava em vigor no país desde 1970. 

Segundo o governo, a decisão pelo uso opcional do equipamento foi tomada após encontros com representantes dos fabricantes de extintores, do Corpo de Bombeiros e da indústria automobilística.

Eles concluiram que os carros atuais possuem dispositivos que dificultam a propagação de chamas, como corte automático do combustível em caso de acidente, e materais menos inflamáveis.