Maioria das pessoas no mundo ainda não tem acesso à internet.
De acordo com reçatório do Banco Mundial, seis em cada dez não se concetam à rede.
A taxa corresponde a mais de quatro bilhões de habitantes desconectados.
De acordo com relatório do Banco Mundial, o Brasil tem 98 milhões de pessoas que não têm acesso à internet.
Isso coloca o país como a sétima nação do mundo com mais pessoas offline.
Pelo lado positivo, o Brasil é o quinto do mundo em número de usuários, atrás de China, Estados Unidos, Índia e Japão.
A Índia, com 1 bilhão de pessoas, e a China, com 755 milhões, são os dois países do mundo em que mais habitantes estão sem acesso à internet.
Os autores do documento mencionam que os benefícios da rápida expansão digital estão sendo melhor aproveitados por pessoas de maior renda, qualificadas e influentes.
Para reverter esse quadro, o Banco Mundial avalia que a internet precisa ser "universal, economicamente viável, aberta e segura" e os governos têm ainda que reforçar as regulamentações que assegurem concorrência entre as empresas do segmento.
Maioria das pessoas no mundo ainda não tem acesso à internet.
De acordo com reçatório do Banco Mundial, seis em cada dez não se concetam à rede.
A taxa corresponde a mais de quatro bilhões de habitantes desconectados.
De acordo com relatório do Banco Mundial, o Brasil tem 98 milhões de pessoas que não têm acesso à internet.
Isso coloca o país como a sétima nação do mundo com mais pessoas offline.
Pelo lado positivo, o Brasil é o quinto do mundo em número de usuários, atrás de China, Estados Unidos, Índia e Japão.
A Índia, com 1 bilhão de pessoas, e a China, com 755 milhões, são os dois países do mundo em que mais habitantes estão sem acesso à internet.
Os autores do documento mencionam que os benefícios da rápida expansão digital estão sendo melhor aproveitados por pessoas de maior renda, qualificadas e influentes.
Para reverter esse quadro, o Banco Mundial avalia que a internet precisa ser "universal, economicamente viável, aberta e segura" e os governos têm ainda que reforçar as regulamentações que assegurem concorrência entre as empresas do segmento.