Mil e quarenta e seis casos de bebês com microcefalia e outras alterações no sistema nervoso central já foram confirmados no país.
Números do Ministério da Saúde indicam que o acumulado representa 15% do total de 6.906 casos suspeitos notificados pelos serviços de saúde ao governo federal, entre outubro do ano passado e 2 de abril.
Outros 1.814 casos já foram descartados após exames. Outras 4.046 suspeitas ainda estão em investigação.
O zika vírus tem sido apontado como o principal fator para o avanço da microcefalia no país. As autoridades médicas também estudam a possibilidade de relação com toxoplasmose, sífilis e citomegalovírus.