O custo de vida do brasileiro voltou a subir.

 

O avanço foi de 0,82 por cento, no fechamento de maio do Índice Geral de Preços – Mercado, o IGP-M.

 

No acumulado de um ano pra cá, os preços, de uma forma geral, subiram mais de 11 por cento.

 

Para chegar ao resultado final, a Fundação Getúlio Vargas levou em conta três parâmetros.

 

Primeiro, os preços cobrados diretamente dos consumidores, na hora de pagar as despesas do dia a dia.

 

Neste caso, a alta foi puxada, principalmente, pela batata e pelo mamão, que subiram mais de 20 por cento.

 

Destaque negativo, ainda, para os aumentos do plano de saúde, do cigarro e dos remédios para pressão.

 

O segundo indicador é o custo da construção civil, que avançou 0,19 por cento.

 

E, por fim, os preços cobrados de quem produz, já que as empresas também sofrem com a crise.

 

A alta nesse caso foi puxada por matérias primas como batata, soja, milho e minério de ferro.