Estamos na época do ano de maior incidência de neblina em várias regiões do Estado de São Paulo.
O fenômeno climático reduz a visibilidade e, consequentemente, aumenta o risco de acidentes nas rodovias.
Neste período, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo reforça uma série de medidas de segurança em conjunto com a Polícia Rodoviária e com as empresas que administram as rodovias sob concessão.
Entre elas, a revitalização de placas e de pintura de solo, a sinalização com uso de viaturas, as campanhas educativas, além da veiculação de mensagens alertando para o fenômeno climático nos painéis eletrônicos instalados ao longo das rodovias. Em situações mais críticas, obras chegam a ser suspensas.
A neblina é comum em trechos de serra e vales e é registrada com mais frequência durante a madrugada e no começo da manhã.
Quem circula pelas rodovias que cortam os municípios das regiões de Campinas e Sorocaba deve ficar atento porque a neblina é comum em diversos trechos.
Na SP-075, os pontos de maior incidência são em Itu, entre os quilômetros 17 e 18 e também do quiloômetro 23 ao 24; em Salto, entre os quilômetros 34 e 36, em Indaiatuba, em trechos que vão do quilômetro 48 ao 61 e também em Campinas, entre os quilômetros 64 e 66 e do quilômetro 72 ao 74.
Nas rodovias Jornalista Francisco Aguirre Proença e Bento Antonio de Moraes, a SP-101,há formação de neblina entre Campinas e Hortolândia, em Monte Mor, na altura do quilômetro 18, e na região entre Capivari e Tietê.
Nos seis primeiros quilômetros da SP-113, a Rodovia Doutor João José Rodrigues, em Tietê, frequentemente tem neblina nessa época.
E na SP-127, é preciso ficar atento ao longo de todo o trajeto entre Rio Claro a Capão Bonito.
A orientação da Artesp é reduzir a velocidade sempre que a visibilidade ficar prejudicada.
Manter os faróis acesos e baixos agora é lei e eles são fundamentais na neblina, porque ajudam a melhorar a visibilidade e permitem que seu veículo seja visto mais facilmente pelos demais motoristas.