Os motoristas que trafegam pela SP-215, que faz a ligação entre municípios da região de São João da Boa Vista e municípios da região Central do Estado, precisam ficar atentos à neblina, que é comum em trechos das rodovias nesta época do ano.

 

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo e as concessionárias que administram as rodovias Vicente Botta e Doutor Paulo Lauro, que formam a SP-215, identificaram 17 pontos que merecem maior atenção.

 

Em Casa Branca, a neblina costuma se formar com frequência em 3 pontos entre os quilômetros 54 e 61.

 

Em Santa Cruz do Rio Pardo, é preciso ficar atento na passagem pelos quilômetros 65 e 66 e também entre os quilômetros 80 e 81.

 

Na ligação entre Porto Ferreira e Descalvado são 8 pontos alternados de maior incidência de neblina do km 87 ao km 126.

 

E em São Carlos, a Artesp recomenda atenção especial na altura do km 137, na passagem pelos quilômetros 142 e 143 e também no km 146.

 

Além disso, ali na mesma região, também é preciso redobrar a cautela ao trafegar pela Rodovia Engenheiro Thales de Lorena Peixoto, a SP-318.

 

No caminho entre São Carlos e Américo Brasiliense, é comum ter neblina entre os quilômetros 248 e 251, do km 264 ao km 268 e também entre os quilômetros 272 e 274.

 

Quando as condições climáticas não estão boas e tem neblina, a visibilidade do motorista fica comprometida e os riscos de acidentes aumentam.

 

Por isso, é importante trafegar com bastante atenção e diminuir a velocidade gradualmente quando perceber que a visibilidade piorou.

 

Na neblina, mantenha os faróis baixos acesos e preste bastante atenção aos sons que vêm de fora, porque eles podem servir de alerta.

 

Deixe uma fresta do vidro aberta para o para-brisas não embaçar e jamais ligue o pisca-alerta com o carro em movimento.

 

Como ele é uma sinalização que indica que o carro está parado, acioná-lo em movimento pode confundir os outros motoristas.