Mercado brasileiro de cafés especiais deve triplicar, até 2019.

 

A projeção foi feita pela Associação Brasileira da Indústria do Café, a Abic.

 

A análise da entidade é que o consumidor final começou a identificar o produto, por exemplo, pela intensidade e pela qualidade do grão.

 

Para o presidente da Pinhalense, o uso da tecnologia, pra tornar o negócio competitivo e agradar um público cada vez mais exigente, será fundamental.

 

Reymar Coutinho destacou, por exemplo, um novo despolpador lançado pela empresa que utiliza fluídos do próprio café e dispensa o uso de água:

 

Sonora

 

O novo despolpador ainda exige um consumo menor de energia.

 

E como é montado por módulos, pode ser usado em propriedades de qualquer tamanho.

 

O presidente da Pinhalense também destacou a necessidade de uma separação eficiente para a retirada dos grãos verdes.

 

E explicou que a mesma máquina realiza o processo, com o uso de um super-robô, antes da despolpa:

 

Sonora

 

O Brasil responde, hoje, por um terço do café produzido no mundo. E a bebida está presente em 98% dos lares do País.