Policiais legislativos presos na Operação Métis são suspeitos de beneficiar os senadores Fernando Collor e Edison Lobão, além do ex-presidente José Sarney.
A Polícia Federal indicou ter provas que os quatro policiais envolvidos tinham o objetivo de atrapalhar as investigações em curso da Operação Lava Jato para defender interesses políticos.
O grupo liderado pelo diretor Pedro Ricardo usava equipamentos de inteligência para localizar e destruir sistemas utilizados para escutas telefônicas e de ambientes.
Os investigados responderão por associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal. As penas podem chegar a 14 anos e seis meses de prisão, além de multa.
A Operação Métis cumpriu nove mandados judiciais, todos em Brasília/DF, sendo quatro de prisão temporária e cinco de busca e apreensão.