Tadeu Filippelli foi exonerado por Michel Temer do cargo que ocupava no Palácio do Planalto. O assessor também é presidente do PMDB-DF.
Preso pela Operação Panatenaico, Filippeli é investigado no esquema de corrupção que apura o superfaturamento nas obras do estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Foi a arena mais cara da Copa de 2014, com custo estimado em 600 milhões de reais, mas o governo pagou 1 bilhão e 500 mil reais.
As denúncias vieram da delação da construtora Andrade Gutierrez.
O assessor especial costumava representar o presidente em eventos do partido e ficou conhecido entre deputados e senadores pelo discurso conciliador.
O ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do PR, e Agnelo Queiroz, do PT, também foram presos na Operação.