Associações indígenas Apiwtxa, do Acre, e Atix, do Mato Grosso receberam o Prêmio Equatorial 2017, consagradas entre as 15 melhores iniciativas do mundo para soluções sustentáveis de proteção a pessoas e ao meio ambiente.
A premiação é concedida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Pnud. Participaram do concurso 800 projetos de 120 países.
A Associação Ashaninka do rio Amônia, da aldeia Apiwtxa, que em língua indígena significa "união", foi reconhecida pelo trabalho de formação de jovens, reflorestamento e conservação da floresta Amazônica.
A comunidade criou um Centro de Saberes da Floresta e atua na região com o Projeto Alto Juruá para defender terras indígenas e melhorar os meios de subsistência sustentável.
Já a Associação Terra Indígena Xingu, a Atix, foi premiada pela produção coletiva de duas toneladas de mel orgânico certificado. São cerca de 100 apicultores de 39 aldeias.
Além do reconhecimento mundial, cada associação recebeu dez mil dólares para continuidade dos projetos.