Gastos com vestuário, saúde, educação, transporte e comunicação aumentam e puxam o custo de vida do brasileiro.

Convênio médico, refeição fora de casa, bujão de gás, gasolina e o valor do carro novo foram alguns dos itens que mais subiram, na primeira medição de outubro do Índice Geral de Preços Mercado.

O IGP-M é apurado pela Fundação Getúlio Vargas.

Por outro lado, os alimentos e os gastos com habitação diminuíram.

Destaque, nesses casos, para os ovos, o leite e o açúcar, que tiveram redução entre três e quatro por cento, e ainda para a queda da conta de luz.

No geral, o custo de vida do brasileiro cresceu 0,17 por cento, mas o IGP-M, como um todo, avançou 0,32.

Isso porque além dos preços cobrados diretamente dos consumidores, ele leva em conta o custo da construção civil, que subiu 0,06 por cento. E ainda as despesas do setor produtivo, como a indústria, que cresceram bastante, puxadas por matérias-primas e insumos como óleo diesel, milho e soja.