Serviço de segurança privada para dez ministros do Supremo Tribunal Federal custa 831 mil reais por mês
85 pessoas exercem a função apenas pela proteção pessoal dos executivos, e não das dependências do STF, que tem vigilantes próprios.
O contrato iniciado em novembro do ano passado tem vigência de dois anos e meio, e neste período, a previsão de gasto é de 25 milhões.
Com o relato de ameaças apontado pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato na corte, a presidente do Supremo Tribunal Federal, a ministra Cármen Lúcia, determinou o aumento da segurança dele.
As informações são do jornal O Globo