Mais de 50 pesquisadores de inteligência artificial encerraram, na semana passada, o boicote à principal universidade da Coreia do Sul.
Eles temiam a criação de armas letais autônomas pela universidade em parceria com a maior fabricante de armamentos.
No início do ano, a Kaist e a Hanwha Systems lançaram um projeto de defesa e inteligência artificial. O trabalho fez parte do convênio entre universidade e a indústria bélica.
O tema é debatido por 120 países na sede da ONU, em Genebra.
Representantes de pelo menos 30 países já se manifestaram contrários em cooperar com programas para o desenvolvimento de armas e máquinas sem o controle humano.
A Universidade Kaist assegurou que não tem planos de desenvolver armas autônomas e robôs assassinos.
E que o foco é criar sistemas de comando e controle para submarinos, treinamento de aeronaves inteligentes e reconhecimento de objetos.